Colaborou com a reportagem, Gian Nascimento (Estagiário da Assessoria de Imprensa)
O diretor Administrativo da sede do sindppesp-SP em Marília, Luciano Novaes Carneiro, segue atrás de melhorias para os servidores da região. Na última semana, o sindicalista cobrou melhorias no Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (Iamspe) e nesta segunda-feira (19) foi pedida a reforma na alça de acesso às unidades penitenciárias da cidade, que se encontra em estado crítico.
O primeiro pedido foi feito junto ao chefe de sessão do Centro de Assistência Médico-Ambulatorial (Ceama) de Marília, Décio Trindade, onde o diretor cobrou providências em relação à falta de recursos do Instituto na região. Carneiro ainda protocolou um ofício onde pediu esclarecimentos sobre a quantidade e o destino da verba disponibilizada para o lugar.
De acordo com ele, a próxima medida do sindicato para ajudar os filiados poderá ser por meio de procedimentos junto ao judiciário ou mandados de segurança.
“Obtivemos a informação com o Décio (Trindade, chefe de sessão do Ceama), de que a verba destinada à região de Marília caiu de R$ 380 mil, em 2010, para R$ 300 mil, este ano, e isto explica o porquê do número de clínicas conveniadas ter tamanha diminuição no período. Estamos analisando entrar com mandados de segurança e procedimentos no judiciário para ajudar os filiados prejudicados”, disse o diretor.
Já o pedido de reformas e pavimentação na alça de acesso a penitenciária, semi-aberto e ao Centro de Ressocialização (CR) de Marília, é uma luta de longa data do sindppesp-SP.
Situação na alça de acesso às unidades de Marília piora em dias de chuva (Foto: Arquivo sindppesp)
Em junho do ano passado o sindicato já havia cobrado as melhorias na estrada e nesta segunda-feira (19) o diretor enviou ofício ao prefeito, Vinícius Almeida Camarinha, e aos 13 vereadores da cidade reiterando o pedido.
Segundo o diretor, o trecho de acesso à unidade prisional, no km 465 da Rodovia João Ribeiro de Barros, está intransitável e há 25 anos os servidores sofrem com o deslocamento diário para exercerem suas atividades na penitenciária.
“Sofremos com este problema há mais de duas décadas e agora pretendemos pressionar as autoridades públicas para mudar esta realidade. Há uma informação de que após a obra em uma rotatória na cidade o trecho será pavimentado, cobraremos para isto aconteça”, finalizou.






