Funcionários do Centro de Progressão Penitenciária (CPP) Dr. Rubens Aleixo Sendin, em Mongaguá, interceptaram uma sacola introduzida na unidade contendo 22 celulares, dez carregadores e outros acessórios de telefonia.
Segundo um agente penitenciário relatou na Delegacia de Mongaguá, ele estava de plantão, quando recebeu ordem superior para averiguar o campo do pavilhão 6, próximo ao alambrado. No local indicado, o funcionário avistou a sacola e, próximo a ela, um sentenciado, cujo xadrez fica no pavilhão 4.
O detento negou ligação com os aparelhos apreendidos, sendo encaminhado ao setor disciplinar do estabelecimento prisional. Suspeita-se que a sacola foi arremessada ao CPP de Mongaguá por cima do alambrado.
O Código Penal prevê como crime, punível com detenção de três meses a um ano, “ingressar, promover, intermediar, auxiliar ou facilitar a entrada de aparelho telefônico de comunicação móvel, de rádio ou similar, sem autorização legal, em estabelecimento prisional”.
Fonte: A Tribuna