Ernesto diz que em Araraquara de várias categorias, cerca de 5 mil conveniados e dependentes, dependem diretamente do Iamspe ficaram sem nenhura referência. “Questionamos o Iamspe e que o contrato não foi cancelado e sim terminou, mas pensaram que o mesmo iria ser renovado. Coisa que não aconteceu. Em conversa paralela com a Santa Casa a mesma também não aceitou. Ambos alegaram que a tabela praticada pelo Iamspe é muito baixa, mas me ressaltaram que não”.
Quanto as medidas a serem tomadas, José Carlos diz que é um assunto muito relevante para apenas pensar e não agir. “Em algumas cidades a nossa categoria está querendo acionar o Ministério Público para o ressarcimento do valor cobrado na folha de pagamento. Tem cidades em situações piores que Araraquara, pois aqui estava bom até o São Francisco deixar de atender”.
Nossa reportagem procurou a assessoria de imprensa do Iamspe e fez diversos questionamentos como quais as medidas que serão tomadas em relação ao assunto? Se o associado precisar se deslocar para outra cidade quem paga os custos?Qual a porcentagem descontada do salário dos funcionários públicos do Estado de São Paulo e se este ressarcido caso tenha que custear com deslocamento para outra cidade?Em caso de morte quem será responsabilizado?
A reportagem também abordou se procedia a informação de que se pretende privatizar o Iamspe.
O que diz o Iamspe
“O Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (Iamspe) está com credenciamento aberto para hospitais interessados em prestar assistência aos seus usuários em Araraquara. Na região, são quatro hospitais (Borborema, Matão, Santa Rita do Passa Quatro e Tabatinga) e mais de 50 médicos credenciados nas diversas especialidades. A lista pode ser conferida no site (www.iamspe.sp.gov.br), em ‘Rede de Atendimento’. Não há qualquer projeto de privatização do Iamspe em discussão. Os servidores estaduais contribuem com 2% do holerite mensal para o sistema de saúde Iamspe.”
Fonte: Jornal O Imparcial (Araraquara)