Segundo o diretor do sindppesp-SP, no ofício protocolado ao coordenador, os funcionários dispõem de apenas dois rádios fixos e dois móveis para a comunicação, e isso compromete o bom funcionamento da unidade prisional.
(Foto arquivo sindppesp-SP)
“O número de HTs não é suficiente para a comunicação e segurança da unidade. Estamos pedindo pelo menos mais três rádios para facilitar a comunicação entre os agentes penitenciários dentro da unidade”, disse Carneiro.
“Muitas vezes um agente penitenciário tem que conduzir diversos detentos da portaria do semiaberto até a portaria do regime fechado, que tem uma longa distância, e sem nenhum HT. Caso ocorra algum problema o ASP fica refém da situação e não é possível comunicar o fato com a devida urgência”, destacou o sindicalista.
No início de julho, o diretor e o delegado do sindppesp-SP já haviam participado de uma reunião com o coordenador na região Noroeste para tratar do mesmo assunto. Na oportunidade, de acordo com Carneiro, o coordenador comprometeu a remanejar HTs de outras unidades para o semiaberto de Marília para solucionar o problema, “no entanto, quase seis meses se passaram e até o momento nenhum HT foi repassado aos funcionários do semiaberto”, disse Carneiro.
Até o fechamento da reportagem o coordenador não havia dado nenhuma resposta ao diretor do sindppesp-SP sobre novos HTs para o semiaberto de Marília.
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