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Unidades prisionais combatem o Aedes

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As unidades prisionais do oeste paulista estão adotando uma solução diferenciada no combate ao mosquito Aedes Aegypti, transmissor da dengue, da zika e da chikungunya, que é o plantio de crotalária juncea no entorno das prisões. De acordo com informações da Croeste (Coordenadoria das Unidades Prisionais da Região Oeste), aproximadamente 2,5 mil sementes da planta foram doadas para a Penitenciária Feminina de Tupi Paulista e repassados à de Dracena para que, durante as remoções de sentenciados, fossem distribuídas entre as unidades interessadas.

 

Segunda a diretora da prisão feminina, Adriana Alkmin Pereira Domingues, cerca de 50 pacotes da espécie foram cedidos pela Prefeitura de Andradina, em parceria com as secretarias do Meio Ambiente, de Saúde e Higiene Pública e de Agricultura e Abastecimento. Cada pacote possui quantidade suficiente para gerar cerca de 40 a 50 mudas e a flor da planta atrai uma libélula que, além de predadora natural do Aedes aegypti, põe os ovos em água limpa e parada, gerando larvas que também se alimentam das larvas do mosquito. A crotolária demora de 90 a 120 dias para florescer e alcança, em média 1,5 metro de altura.

 

No total, 32 presídios da região já foram contemplados e começaram a semeadura diretamente no solo ou em balaios para, posteriormente, dar início à plantação das mudas em viveiros, hortas e jardins. Além disso, detentos e agentes penitenciários continuam realizando arrastões de limpeza nas áreas das penitenciárias, com o objetivo de retirar materiais que possam se tornar possíveis criadouros do mosquito.

 

Conscientização

 

A Croeste também realiza a fixação de cartazes e a distribuição de panfletos em todos os presídios. “O Centro de Ressocialização de Presidente Prudente e as Penitenciárias de Martinópolis e Pacaembu vêm entregando folhetos às visitas dos sentenciados durante o fim de semana para que também levem as orientações pra casa”, destaca o órgão.

 

Fonte: O Imparcial

 

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